Roubo, infidelidade, e até injeções em órgãos genitais que nem deveriam estar no radar dos médicos do esporte pauta imprensa internacional
Você acha que assistir a um atleta deslizar gracioso no gelo é elegante? Eu também. Mas neste ano, os Jogos Olímpicos de Inverno decidiram que o verdadeiro esporte é sobreviver aos escândalos: roubo de cartão de crédito, confissões de infidelidade, e até injeções suspeitas em órgãos que nem deveriam estar no radar da turma do esporte, tudo isso está passando na frente das medalhas.
É difícil saber o que é mais preocupante: os relatos de ski jumpers injetando substâncias para “ajustar a aerodinâmica íntima”, ou o fato de que isso virou discussão séria no meio esportivo. A confirmação patética de que, quando se tira do atleta a pureza do jogo, o que resta é o narcisismo disfarçado de performance. Quer dizer: se o medalhão não impressiona, ao menos impressione o público com outro medalhão, algo escandaloso, ops… Esquece!!
E os episódios não param por aí. Havia uma equipe inteira com norovírus rondando a tabela de medalhas como se estivessem competindo em outra modalidade: uma mistura de atletismo e não vomitar até a linha de chegada. É como se toda a cerimônia fosse patrocinada por um algoritmo de comédia acidental, cuja principal mensagem é: “Medalha? Nah… Manja aqui e poste.”
O mundo deve estar apenas dando um recado: talvez a humanidade não está mais interessada em glória, mas em validação de mau gosto.
